No storytelling para a sensibilização em cibersegurança uma história fica onde uma política se esquece. Porque baixa a guarda, retém-se e treina o reflexo.
No storytelling para a sensibilização em cibersegurança uma história fica onde uma política se esquece. Porque baixa a guarda, retém-se e treina o reflexo.
A consciencialização em cibersegurança não se mede em horas de formação. O que é realmente, porque tantos programas ficam a meio e como fazê-la durar.
Aprender com o erro, como num videojogo, treina o reflexo que um exame de segurança não deixa. Porque é o ensaio seguro que muda o comportamento.
A formação anual esquece-se antes de ser precisa. Porque é que a microaprendizagem, em peças curtas e contínuas, muda o comportamento onde o curso longo não chega.
O vídeo é o formato mais consumido na sensibilização, mas não o único. Como escolher entre banda desenhada, vídeo e newsletter consoante o comportamento.
Um nudge bem escrito pode não servir de nada se chegar tarde. Porque o momento certo decide se um nudge de cibersegurança muda a decisão ou se torna ruído.
Nem tudo o que parece gamificação muda comportamento. 5 mecânicas cumprem três critérios cognitivos chave. 3 muito populares falham em silêncio.
Três mecanismos cognitivos explicam porque a banda desenhada retém melhor do que um slide em awareness: transporte narrativo, codificação dupla, identificação.