O plano de consciencialização costuma dividir-se por departamento, o critério que pior envelhece. Que critérios sustentam um plano por audiências e como se faz o calendário.
O plano de consciencialização costuma dividir-se por departamento, o critério que pior envelhece. Que critérios sustentam um plano por audiências e como se faz o calendário.
Os planos dirigidos cobrem as áreas com hipótese de risco. Que cobertura real fica para o resto da organização e com que indicador se declara.
Contar um incidente interno é o material de consciencialização mais forte que uma organização tem. O que se conta, o que se retira do relato e quando.
Que métricas do reporte de phishing olham os responsáveis do programa, como o reporte volta à pessoa e com que dois números se responde ao comité.
O acolhimento de segurança cai no mesmo dia que o contrato e os acessos. O que convém deixar no dia um e o que rende mais distribuído pelo primeiro mês.
O tempo que vai da assinatura de um programa de sensibilização ao primeiro envio quase nunca depende da plataforma. Depende de três decisões internas.
Quando um programa de consciencialização faz dois anos a novidade deixa de trabalhar. Que formatos rodar, o que deixar quieto e como planear o ano.
A continuidade do programa de sensibilização põe-se à prova numa vaga em aberto. O que continua a funcionar sozinho e o que ficou em nome de uma pessoa.