Detetar um deepfake a olho não supera o acaso, e avisar sobre eles corrói a confiança nas provas verdadeiras. O que corrigir no programa.
Detetar um deepfake a olho não supera o acaso, e avisar sobre eles corrói a confiança nas provas verdadeiras. O que corrigir no programa.
O Digital Omnibus adiou o alto risco, não a formação. O que exige o Regulamento da IA em literacia em IA do pessoal e desde quando é fiscalizado.
O que resolve a API de uma plataforma de sensibilização, que dados saem para o BI ou o SIEM e como autorizar uma integração sem abrir acessos a mais.
O que define a gestão do risco humano, porque uma ferramenta isolada fica curta e como uma plataforma se compõe camada a camada, com as datas incluídas.
Adaptar os conteúdos de sensibilização à cultura de uma organização vai além de traduzi-los ou de lhes pôr o logótipo. Que sinais ler e o que fica fixo.
O DORA aplica-se desde janeiro de 2025 e não existe registo oficial de sujeitos. A que entidades se aplica, quem fica de fora e o que exige sobre as pessoas.
O que é a fadiga de segurança, porque a habituação faz cair a resposta aos avisos e como se redesenha um programa de sensibilização quando ela aparece.
A validade da formação e as novas admissões mexem no teu cumprimento todo o ano. Como um plano absorve as duas coisas sozinho, sem refazeres a folha.