As duas formas de usar o Onboarding numa implementação da SMARTFENSE

Una larga pared de celdas modulares en penumbra; casi todas brillan con luz turquesa y solo la última columna sigue apagada, mientras unas manos encajan el módulo que falta, como metáfora de una implementación que muestra su propio estado de un vistazo

As duas formas de usar o Onboarding numa implementação da SMARTFENSE

As duas formas de usar o Onboarding numa implementação da SMARTFENSE

A pergunta mais repetida numa implementação é o que falta configurar. O manual explica como se faz cada coisa, mas não diz em que estado está a tua instância neste momento, e essa distância entre a documentação e a conta real é o que estica um arranque.

O que é a secção Onboarding?

O Onboarding é a secção da plataforma que reúne num só lugar todas as configurações de uma implementação, reconhece as que já estão feitas e assinala as que convém revisar.

O que o distingue de um manual é o estado. Quando entras, a plataforma já verificou o que consegue verificar sozinha e devolve-te uma vista do ponto em que estás, não uma lista de tudo o que existe.

O Onboarding divide-se em secções independentes, e cada uma avança ao seu próprio ritmo conforme aquilo que vais configurando. Não há uma ordem obrigatória de cima para baixo.

Como está organizado o Onboarding

Cada secção agrupa as configurações de uma etapa: as iniciais, o envio de simulações, a gestão de utilizadores, o servidor de correio, a vista do utilizador final, a gamificação, as integrações e a primeira campanha. O progresso geral atualiza-se à medida que avanças, e o verde marca o que está completo. Uma secção sem verde é o sinal de que há algo pendente ali.

O ecrã Onboarding da SMARTFENSE: em cima, a barra de progresso geral com a percentagem e os passos concluídos; ao centro, a linha de secções onde o verde assinala o que está terminado, o branco o que não foi iniciado e o laranja uma configuração em alerta; em baixo, a lista de passos com o botão que corresponde a cada um.

Os botões mudam conforme aquilo que a plataforma consegue verificar por si:

  • Confirmar configuração atual aceita a configuração predefinida da SMARTFENSE sem tocar em nada. Serve quando a opção por omissão já basta, como usar o servidor de correio da SMARTFENSE em vez de configurar um próprio.
  • Ir configurar leva ao ecrã onde o passo se resolve, e devolve ao Onboarding quando terminas.
  • Marcar como concluído aparece quando o passo se resolve fora da plataforma e não sobra nada que a plataforma possa verificar.
  • Ver abre o que já está configurado, para o revisares sem alterar.
  • Ir corrigir aparece quando uma configuração fica em estado de alerta, com acesso direto ao ecrã que a originou e ao detalhe do erro.

Para que serve o botão «Verificar configurações»?

No canto superior direito há um botão que dispara uma verificação manual de toda a instância. Percorre as configurações, volta a verificá-las e avisa se aparecer um problema.

É o botão que rende mais em contas que já estão a operar, porque muitas configurações mudam sem que ninguém lhes toque a partir da plataforma. Um registo DNS que se altera, uma nova regra de correio no servidor ou uma mudança no diretório de utilizadores bastam para que algo deixe de funcionar. A verificação manual é a forma de saber antes que um utilizador final o note.

Instância nova e conta ativa, dois usos distintos

Numa instância nova, o Onboarding ordena o trabalho. Diz-te o que vem a seguir, e evita que a primeira campanha saia com o envio configurado a meio.

Numa conta que já está a operar, o valor é outro. Abres a secção, disparas a verificação e tens no ecrã o estado real da conta, sem depender da memória de quem a implementou nem de um documento paralelo que alguém tinha de manter atualizado. Para quem gere várias contas, esse é o mais frequente dos dois usos, e o que convém transformar em rotina antes de cada revisão com o cliente.

As três configurações que geram mais questões

De tudo o que a secção cobre, estas três são as que mais vezes acabam num ticket.

  1. A validação do domínio corporativo. A plataforma pede que se valide o domínio para demonstrar que pertence à organização, e dessa validação depende o funcionamento do botão de reporte de phishing. O procedimento passa por gerar um registo e carregá-lo no fornecedor de DNS, pelo que não se resolve no momento. Quando a validação não tem efeito imediato, há que contar de umas horas até um dia. Convém fechar este passo antes de precisares dele, porque bloqueia os passos que vêm depois.

  2. O duplo fator obrigatório. Configura-se como opcional ou como obrigatório. Se escolheres obrigatório, cada utilizador administrativo terá de o ativar no próximo acesso à instância, pelo que vale a pena avisar a equipa antes de mudar a opção e não depois. O mesmo se aplica à duração da sessão e à política de palavras-passe, que se definem na mesma secção juntamente com o método de autenticação.

  3. A primeira campanha real. O passo fica marcado como concluído apenas quando existe uma campanha real. As campanhas de teste feitas antes não o concluem, e essa é uma confusão habitual. Fazem-se testes, o progresso não avança e parece que a configuração ficou presa. Se vais criar a primeira campanha esta semana, é melhor saber isso antes de procurar um erro que não existe.

O que ter pronto antes da primeira campanha

Convém resolver três coisas nesta ordem. Começa pelas configurações iniciais, porque o resto assenta nelas. Segue com a configuração de envio, porque um problema aí descobre-se com a campanha já lançada. E fecha a validação do domínio antes de precisares dela, pelo tempo que pode levar.

Com isso resolvido, o botão de verificação diz-te se sobra algo em aberto, e as restantes secções podem ir sendo completadas enquanto o programa já está a andar. Não é preciso chegar aos 100% para lançar a primeira campanha, ainda que completar todas as configurações seja o que deixa a instância em condições de aproveitar a plataforma inteira.

Se pelo caminho surgir uma dúvida sobre uma configuração concreta, o Centro de ajuda tem a documentação passo a passo e um agente de IA para questões pontuais. E se preferires que o arranque seja acompanhado por alguém da equipa, existe o Serviço de Implementação.

Paula Espinosa

Paula Espinosa lidera la comunicación y el marketing de SMARTFENSE, donde coordina el contenido editorial del blog, LinkedIn y las campañas que llegan a los responsables de seguridad en LATAM y España. Escribe sobre programas de awareness, factor humano, métricas que sostienen un programa y la operativa real de las áreas de seguridad.

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