O vídeo é o formato mais consumido na sensibilização, mas não o único. Como escolher entre banda desenhada, vídeo e newsletter consoante o comportamento.
O vídeo é o formato mais consumido na sensibilização, mas não o único. Como escolher entre banda desenhada, vídeo e newsletter consoante o comportamento.
Como traduzir o risco humano para linguagem financeira para que o CFO aprove o orçamento de sensibilização, sem recorrer ao medo. Explica o CTO da SMARTFENSE.
Porque é que servir a plataforma de gestão do risco humano sob o domínio do cliente muda a proposta de valor de parceiros, MSSP e empresas.
Uma simulação de ransomware mede o comportamento que desencadeia a infeção real, descarregar e abrir o ficheiro, e educa nesse momento exato.
Como implementar um programa de sensibilização multi-idioma a partir de um HQ em Espanha para filiais na América Latina sem fragmentar conteúdos, métricas ou marca.
O que é o qrishing (phishing por QR), como funciona, porque os filtros de email não o detetam e como simulá-lo para medir o risco real na tua organização.
Porque a SMARTFENSE se integra com o teu ambiente via API e normas abertas, sem instalar um agente em cada equipamento: implementação, superfície de ataque e privacidade.
Um nudge bem escrito pode não servir de nada se chegar tarde. Porque o momento certo decide se um nudge de cibersegurança muda a decisão ou se torna ruído.